As sessões de 2014 serão sempre às quartas-feiras, no auditório do CSE

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terça-feira, 9 de julho de 2013

"Los Colombianos" em debate




O Circuito de Cinema Latino-Americano e Caribenho Ali Primera exibirá o filme “Los Colombianos” do diretor Omar Rincón e trará os estudantes de jornalismo Rodrigo Chagas e Matheus Pismel para debater o tema. O filme traz um apanhado geral da Colômbia cotidiana, sem verdades absolutas nem depoimentos cheios de orgulho patriótico. As Sessões do CIRCULA acontecem no Auditório do CSE às quartas-feiras, 18:30h.

Rodrigo Chagas e Matheus Pismel estiveram na Colômbia para escrever uma série de reportagens sobre a realidade do país. Durante um mês eles entrevistaram lideranças do movimento social, lideres comunitários e acompanharam a Marcha pela Paz, em Bogotá, que celebrou a negociação entre o governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias Colombianas (FARCs). Para divulgar suas matérias criaram o Projeto Colômbia em Marcha (colombiaemmarcha.virusplanetario.net). 

O CIRCULA propõe através do Cinema, e de maneira sistemática, mostrar a vida que se expressa nessa parte do continente. Através do Instituto de Estudos Latino-Americanos, pretende-se fazer esse caminho de divulgação, sempre colado ao conhecimento da vida, da política e da conjuntura de cada país. A intenção é fomentar a reflexão sobre os temas latino-americanos e enveredar pela lógica da criação de um pensamento próprio, descolonizado.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Dia 03/07/13: Los colombianos tal como somos de Omar Rincón


SESSÃO: OUTROS PAÍSES DE "NUESTRA AMÉRICA"

JULHO

Dia 03/07/13 . Los Colombianos

Direção:
Omar Rincón
2005
52min
Colômbia

Los Colombianos não é um documentário, ainda que suas imagens sejam reais, nem uma ficção, ainda que devaneie sobre o que é a identidade colombiana. Para o diretor, trata-se de um ensaio. Um apanhado geral da Colômbia cotidiana, sem verdades absolutas nem depoimentos cheios de orgulho patriótico. Cidades, símbolos e pessoas flertam com a imaginação em um filme surpreendente.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

XI Festival Internacional de Cine y Video de los Pueblos Indígenas: por la vida, imágenes de resistencia


Colombia del 23 al 30 de septiembre en Bogotá y del 3 al 6 de Octubre de 2012 en Medellín

Lanzamiento del XI Festival Internacional de Cine y Video de los Pueblos Indígenas, por la vida, imágenes de resistencia, a realizarse en Colombia en septiembre y octubre próximos…

“Los pueblos indígenas desde las raíces, ancestralmente, hemos comunicado espiritualmente; hoy tenemos medios apropiados que sirven para complementar esa comunicación tradicional y debemos usar las herramientas tecnológicas de la modernidad como radio, prensa, internet y los audiovisuales como medios de expresión y unidad… Esta XI versión de este gran Festival debe ser símbolo de unidad e integración para nuestros pueblos indígenas”, señaló Álvaro Piranga, consejero de la ONIC en el ritual de Armonización, durante el Acto de lanzamiento del Festival que se llevo a cabo el pasado 20 de enero en la sede de la ONIC en Bogotá.

La Consejería de gobierno de la Autoridad Nacional Indígena de Colombia, ONIC; La Coordinadora Latinoamericana de Cine y Video de los Pueblos Indígenas, CLACPI; la Organización Indígena de Antioquia, OIA; la Asociación de Cabildos Indígenasdel Norte del Cauca, ACIN; elTejido de Comunicaciones por la Verdad y la Vida ACIN y; la Fundación Cine Documental, que conforman el Comité Organizador del XI Festival, expusieron aspectos fundamentales de lo que será esta versión del Festival audiovisual más importante de los pueblos indígenas del Abya Yala.

Al Acto de lanzamiento que inicio con un ritual asistieron varias organizaciones sociales, investigadores, académicos, estudiantes, medios de comunicación, pueblos y organizaciones indígenas, organizaciones internacionales como agencias de cooperación y de la ONU e instituciones del Estado y del Distrito, entre ellos el Programa Presidencial para la Formulación de Estrategias y Acciones para el Desarrollo Integral de los Pueblos Indígenas de Colombia.


(...) El Festival 

El Festival Internacional de Cine y Vídeo de los Pueblos Indígenas se realiza desde 1985 año en que surgió CLACPI y ésta en asociación con organizaciones indígenas de cada país organiza un Festival cada 2 años en Latinoamérica para estimular y visibilizar los procesos de comunicación y producción audiovisual de comunicadores y pueblos indígenas. El Festival incluye actividades de difusión, capacitación y producción, foros, seminarios y reuniones preparatorias en las que participan autoridades, líderes y organizaciones indígenas.
Este año el Festival se realiza en Colombia del 23 al 30 de septiembre en Bogotá y del 3 al 6 de Octubre de 2012 en Medellín. Los ejes temáticos son: territorio y sitios sagrados; resistencia y lucha de los pueblos y; pueblos en vía de extinción con el propósito de fortalecer los procesos de comunicación de los pueblos indígenas del Abya Yala fomentando la producción audiovisual propia y la amplia divulgación de la realidad y los derechos indígenas.


Las anteriores versiones del Festival se llevaron a cabo en México D.F. México, 1985;  1987 en Río de Janeiro, Brasil; 1989 en Caracas, Venezuela; 1992 en Lima y Cuzco, Perú; 1996 en Santa Cruz de la Sierra, Bolivia; 1999 en Quetzaltenango, Guatemala; 2004 en Santiago, Wallmapu, Chile; 2006 en Oaxaca, México, 2008 La Paz-Bolivia y 2010 en Quito, Ecuador. Algunas producciones han ganado espacios en televisión abierta de distintos países.


El Festival Internacional de Cine de los Pueblos Indígenas se ha convertido en un escenario de vital importancia e incidencia política y visibilizacion de la realidad indígena que permite a los pueblos y las organizaciones indígenas, además, consolidar un proceso de reivindicación social y política en el cual la comunicación adquiere una relevancia como pilar de defensa, resistencia y promoción de la cultura y los derechos indígenas.

El arte y la cultura audiovisual son mecanismos que contribuyen a la promoción y consolidación de la cosmovisión, la cultura y los procesos indígenas. Por ello hemos impulsado la producción y difusión audiovisual, expresados en temas como cultura, derechos humanos y colectivos, territorio, memoria, militarización, saqueo territorial, mujer y familia, violencia en las comunidades y su impacto en el tejido sociocultural.

Reproduzido de Cine y Video Indígena

Leia o texto completo clicando aqui.

08 de maio de 2012: Da servidão moderna


Da Servidão Moderna

Direção: Jean-François Brient
52 min.
2009

A servidão moderna é um livro e um documentário de 52 minutos produzidos de maneira completamente independente; o livro (e o DVD contido) é distribuído gratuitamente em certos lugares alternativos na França e na América latina. O texto foi escrito na Jamaica em outubro de 2007 e o documentário foi finalizado na Colômbia em maio de 2009. Ele existe nas versões francesa, inglesa e espanhola. O filme foi elaborado a partir de imagens desviadas, essencialmente oriundas de filmes de ficção e de documentários.

O objetivo principal deste filme é de por em dia a condição do escravo moderno dentro do sistema totalitário mercante e de evidenciar as formas de mistificação que ocultam esta condição subserviente. Ele foi feito com o único objetivo de atacar de frente a organização dominante do mundo.

No imenso campo de batalha da guerra civil mundial, a linguagem constitui uma de nossas armas. Trata-se de chamar as coisas por seus nomes e revelar a essência escondida destas realidades por meio da maneira como são chamadas.  A democracia liberal, por exemplo, é um mito já que a organização dominante do mundo não tem nada de democrático nem de liberal. Então, é urgente substituir o mito de democracia liberal por sua realidade concreta de sistema totalitário mercante e de expandir esta nova expressão como uma linha de pólvora pronta para incendiar as mentes revelando a natureza profunda da dominação presente.

Alguns esperarão encontrar aqui soluções ou respostas feitas, tipo um pequeno manual de “como fazer uma revolução?” Esse não é o propósito deste filme. Melhor dizendo, trata-se mais exatamente de uma crítica da sociedade que devemos combater. Este filme é antes de tudo um instrumento militante cujo objetivo é fazer com que um número grande de pessoas se questionem e difundam a crítica por todos os lados e sobretudo onde ela não tem acesso. Devemos construir juntos e por em prática as soluções e os elementos do programa. Não precisamos de um guru que venha explicar à nós como devemos agir: a liberdade de ação deve ser nossa característica principal. Aqueles que desejam permanecer escravos estão esperando o messias ou a obra que bastando seguir-la  ao pé da letra, libertam-se. Já vimos muitas destas obras ou destes homens em toda a história do século XX que se propuseram constituir a vanguarda revolucionária e conduzir o proletariado rumo a liberação de sua condição. Os resultados deste pesadelo falam por si mesmos.

Por outro lado, condenamos toda espécie de religião já que as mesmas são geradoras de ilusões e nos permite aceitar nossa sórdida condição de dominados e porque mentem ou perdem a razão sobre muitas coisas. Todavia, também condenamos todo astigmatismo de qualquer religião em particular. Os adeptos do complot sionista ou do perigo islamita são pobres mentes mistificadas que confundem a crítica radical com a raiva e o desdém. Apenas são capazes de produzir lama. Se alguns dentre eles se dizem revolucionários é mais com referência às “revoluções nacionais” dos anos 1930-1940  que à verdadeira revolução liberadora a qual aspiramos. A busca de um bode expiatório em função de sua pertencia religiosa ou étnica é tão antiga quanto a civilização e não é mais que o produto das frustrações daqueles que procuram respostas rápidas e simples frente ao mal que nos esmaga. Não deve haver ambigüidade com respeito a natureza de nossa luta. Estamos de acordo com a emancipação da humanidade inteira, fora de toda discriminação. Todos por todos é a essência do programa revolucionário ao qual aderimos.

As referências que inspiraram esta obra e mais propriamente dita, minha vida, estão explicitas neste filme: Diógenes de Sinope, Etienne de La Boétie, Karl Marx e Guy Debord. Não as escondo e nem pretendo haver descoberto a pólvora. A mim, reconhecerão apenas o mérito de haver sabido utilizar estas referências para meu próprio  esclarecimento. Quanto àqueles que dirão que esta obra não é suficientemente revolucionária, mas bastante radical ou melhor pessimista, lhes convido a propor sua própria visão do mundo no qual vivemos. Quanto mais numerosos em  divulgar estas idéias, mais rapidamente surgirá a possibilidade de uma mudança radical.

A crise econômica, social e política revelou o fracasso patente do sistema totalitário mercante. Uma brecha surgiu. Trata-se agora de penetrar mas de maneira estratégica. Porém, temos que agir rápido pois o poder, perfeitamente informado sobre o estado de radicalização das contestações, prepara um ataque preventivo sem precedentes. A urgência dos tempos nos impõe a unidade em vez da divisão pois o quê nos une é mais profundo do quê o que nos separa. É muito fácil criticar o quê fazem as organizações, as pessoas ou os diferentes grupos, todos nós reclamamos uma revolução social. Mas na realidade, estas críticas são provenientes do imobilismo que tenta convencer-nos de que nada é possível.

Não devemos deixar que o inimigo nos vença, as antigas discussões de capela no campo revolucionário devem, com toda nossa ajuda, deixar lugar à unidade de ação. Deve-se duvidar de tudo, até mesmo da dúvida.

O texto e o filme são isentos de direitos autorais, podem ser recuperados, divulgados, e projetados sem nenhuma restrição. Inclusive são totalmente gratuitos, ou seja, não devem de nenhuma maneira ser comercializados. Pois seria incoerente propor uma crítica sobre a onipresença das mercadorias com outra mercadoria. A luta contra a propriedade privada, intelectual ou outra, é nosso golpe fatal contra a dominação presente.

Este filme é difundido fora de todo circuito legal ou comercial, ele depende da boa vontade daqueles que asseguram sua difusão da maneira mais ampla possível. Ele não é nossa propriedade, ele pertence àqueles que queiram apropriar-se para que seja jogado na fogueira de nossa luta.

Jean-François Brient e Victor León Fuentes

Reproduzido da página oficial do Documentário. Saiba mais clicando aqui.


Após a exibição do documentário haverá um debate.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

ALÍ RAFAEL PRIMERA ROSSEL


Alí Primera fue un músico, poeta, compositor y activista político comunista venezolano. Nació en Coro, Edo. Falcón, el 31 de octubre de 1942, y falleció en Caracas, el 16 de febrero de 1985.

JUVENTUD

Bautizado como Alí Rafael Primera Rosell por sus padres Antonio Primera y Carmen Adela Rossell. Pobre desde la cuna y huérfano de padre a los tres años. Su padre, quien se desempeñaba como funcionario en Coro, murió accidentalmente durante un tiroteo que se produjo durante el intento de fuga de la cárcel de dicha ciudad de unos prisioneros (1945). A raíz de la muerte de su padre, siendo aún muy joven, Alí acompañó a su madre y a sus 2 hermanos en un peregrinaje por diferentes pueblos de la península de Paraguaná que incluyeron San José, Caja de Agua, donde termina su educación primaria; Las Piedras y finalmente, el barrio La Vela, hoy conocido como Sector Alí Primera en el Municipio Los Taques, cerca de Punto Fijo. En dicho poblado, dado la miseria que vivían Alí y su familia, se desempeña en varios oficios: desde limpiabotas a los seis años hasta boxeador, trabajos que no lo desanimaron para continuar sus estudios.

En 1960 en búsqueda de mejoras en su calidad de vida, él y su familia, se trasladan a Caracas donde se inscribe en el "Liceo Caracas" para completar su educación. En 1964, tras culminar el bachillerato ingresa a la Universidad Central de Venezuela, para estudiar química en la Facultad de Ciencias. Durante su vida universitaria, en los patios de esta máxima casa de estudios, inició la carrera como cantante y compositor, primero como una afición y paulatinamente, como una actividad a tiempo completo. Sus primeras canciones, Humanidad y No basta rezar, presentada esta última en el Festival de la Canción de Protesta organizado por la Universidad de Los Andes (1967), lo proyectan a la fama.

CANTOR DEL PUEBLO

Entre 1969 y 1973 permanece en Europa gracias a una beca que le otorga en 1968 el Partido Comunista de Venezuela (PCV) para continuar sus estudios en Rumania. En Europa, para ganarse el sustento lavaba platos y en ocasiones lograba cantar en sitios en que se respetaba su trabajo. En un estudio en Alemania graba su primer disco, titulado Gente de mi tierra. Las composiciones de Alí recogen el sufrimiento del pueblo desgastado por la pobreza y la desigualdad social, por lo que rápidamente cala en el sentir de la gente y se convierte en el "Cantor del Pueblo".

Sin embargo, aunque en poco tiempo los sectores más necesitados de la sociedad venezolana se identificaron con sus canciones, Alí fue objeto de un veto por parte de los medios de comunicación y el gobierno de turno en Venezuela, debido al radicalismo de los temas expuestos en las mismas, lo que lo llevó a fundar su propio sello disquero, Cigarrón, para buscarle difusión a sus composiciones. Para la distribución comercial de las mismas, se apoya en la compañía discográfica Promus.

"En Europa el mundo se me hacía chiquito aún con los latinoamericanos. Yo lavaba platos por no vender mi canto y a veces lograba cantar en sitios donde realmente se respetaba mi canción...", diría años después siendo ya una personalidad en el mundo de la música.

Luego de militar en la Juventud Comunista de Venezuela (JCV) y en el Partido Comunista de Venezuela (PCV), colaboró en los inicios políticos de un nuevo partido denominado Movimiento al Socialismo (MAS), acompañando y trabajando durante la primera campaña electoral de José Vicente Rangel (1973), aunque jamas dejó de ser militante del PCV. Para este entonces, ya figuraba como uno de los principales compositores y cantantes populares no sólo del país sino de Latinoamérica. Desde 1973 hasta la fecha de su muerte, grabó 13 discos de larga duración y participó en numerosos festivales en toda América Latina. Entre las canciones más conocidas de Alí se encuentran Paraguaná, paraguanera, José Leonardo, Techos de cartón (esta canción fue regrabada por otros cantantes latinoamericanos, como Soledad Bravo, Guanaguá, Los Guaraguaos y el cantautor mexicano, Marco Antonio Solís), Cruz Salmerón Acosta (dedicada al poeta venezolano del mismo nombre), Reverón (en memoria del pintor ArmandoReverón), Flora y Ceferino, Canción mansa para un pueblo bravo (tema musical de la película homónima), y Sombrero azul dedicada al pueblo salvadoreño.

Alí se presentó en fábricas, liceos, sindicatos, y frecuentaba el Aula Magna de la Universidad Central de Venezuela, su casa de estudios.
Se valió de su buen gusto y notable intuición, sin dejar a un lado una buena dosis de audacia, para componer melodías que eran un llamado al combate. Su canto se multiplicó en defensa de la humanidad.

Dos grandes estudiosos de Alí Primera, Jesus Franquis y Andrés Castillo, coinciden en que, aun cuando su obra fue considerada dentro de la canción protesta, que fructificó en Venezuela entre 1970 y 1980, Primera insistió en denominarla siempre Canción Necesaria.

El propio Alí señaló, en una entrevista: "Nuestro canto no es de protesta, porque no hacemos una canción por malcriadez, no la tomamos para encumbrarnos ni hacernos millonarios, es una canción necesaria".
Y agregó: "Cada día nos motiva a hacerla más profunda, pues un hombre armado de una canción y una poesía humana, es un hombre desarmado para la envidia y para ser un hombre malo".

"No canto porque existe la miseria, sino porque existe la posibilidad de borrarla, de erradicarla de la faz de la tierra".

En Barquisimeto conoce a su futura esposa (Sol Musset), la cual venía de ganar el concurso de "La Voz Liceista" y se presentaba en el festival "los Venezolanos primero" en el año de 1977. Además de las dos hijas que había procreado con Tarja Osenius en su viaje a Suecia, María Fernanda "Shimpi", hoy residente en Candá, y María Angela "Marimba", y de Jorge procreado con la Sra Perez, tuvo cuatro hijos más con Sol Musset: Sandino, Servando, Florentino y Juan Simón.

PRESIÓN DE SUS ENEMIGOS POLITICOS

Luego, el destino de días estarían destinados a la lucha por el pueblo, al canto por las masas y a su increíble solidaridad para con la lucha de "La Patria Buena".

Con el correr de los años las persecuciones se multiplican, los atentados son más frecuentes.
Su muerte se produjo el 16 de febrero de 1985 en un lamentable accidente automovilístico, ocurrido en la Autopista Valle-Coche de Caracas, que envuelve de luto al pueblo de Venezuela.

Antes de su fallecimiento, Alí Primera emprendió a finales de 1984 un nuevo proyecto discográfico en el que combinaría los temas presentes siempre en sus composiciones con ritmos que nunca había interpretado, entre ellos la Gaita zuliana.

Las pistas musicales habían sido grabadas y Primera solo había puesto la voz a cuatro de ellas. Al momento de su accidente, Alí venía de una sesión de grabación. Semanas después de su muerte, un hermano de Alí llamado José Primera mejor conocido por su nombre artístico como José Montecano (también cantante, músico y compositor) se ocupó de completar el proyecto acompañado de sus sobrinos. El álbum, que fue llamado Por Si No Lo Sabía, tuvo algún éxito y fue el primero y único que se promocionó en televisión, medio en el cual Alí siempre fue censurado.

Al año siguiente, la disquera Cigarrón acordó editar el álbum Alí ¡En Vivo!, un trabajo grabado pocos años antes en el Auditorio Magdalena Seijas del Instituto Universitario Pedagógico de Barquisimeto. La presentación, en la cual Primera incluyó el Himno Nacional de Venezuela (Gloria Al Bravo Pueblo), fue realizada para celebrar el aniversario de un programa radial de música de protesta latinoamericana.

Aunque el gobierno de Venezuela declaró en 2005 su música como Patrimonio Nacional, la realidad es que los derechos de sus discos fueron cedidos años atrás a la extinta disquera venezolana Top Hits los cuales a su vez, fueron adquiridos por la disquera mexicana Balboa Records.

LEGADO

Ali, está considerado por sus seguidores, el alma del pueblo latinoamericano y la guía perfecta para una revolución basada en canto, poesía y en acciones, como el mismo dice en su canto, "no basta rezar": "pero nos dice la historia que sin acción no se avanza" y otras frases como las siguientes:

“A veces pienso que todo el pueblo, es un muchacho que va corriendo tras la esperanza que se le va, la sangre joven y el sueño viejo, pero dejando de ser pendejos esa esperanza será verdad”.
De: Canción Mansa Para un Pueblo Bravo

“La inocencia no mata al pueblo pero tampoco lo salva, lo salvará su conciencia y en eso me apuesto el alma”.
De: Coquivacoa (ó Pare Primo La Canoa)

“Sí la lucha por la libertad se dispersa, no habrá victoria popular en el combate”.
De: Canción Bolivariana

“Vamos que el camino es largo pero lo acorta el empeño que le pone el pescador cuando va moviendo el remo y recuerda la verdad que a su alma maravilla. A Dios rogando pero remando hasta llegar a la orilla”.
De: La Patria Buena

“Galopa, galopa pronto cruzaras el hermoso río de la Libertad”.
De: Piraña con dientes de oro

“Que no muera la esperanza, el combate ni el amor”.
Alí Primera

“Los que mueren por la vida no pueden llamarse muertos”.
De: Los que Mueren por la vida

“Hacen falta muchos golpes para matar al chiripero y con uno solamente se mata la cucaracha apréndete la guaracha y lucha por la unidad que toda la gente va con la esperanza en la mano buscando darle a la Patria caminos de dignidad buscando darle a la Patria caminos de dignidad”.
De: La Patria Buena

“La patria es el hombre”.
De: La Patria es el Hombre

“Nosotros hagamos la historia y que otros la escriban en un mundo mejor. buscar, buscar la lucha adentro por transformar al mundo significa amor”.
De: El despertar de la historia

¿Cuál es la lucha de los hombres para lograr la paz? ¿Y cuál paz? Si quieren dejar al mundo como está Ayúdenla, ayúdenla que sea humana la humanidad”.
De: El despertar de la historia

“El que has sido marinero cuando ve la mar suspira y el que vive en la oscurana con mucha luz se encandila”.
De: Abrebrecha

“No, no basta rezar hacen falta muchas cosas para conseguir la paz”.
De: No basta rezar

“En el mundo no habrá paz mientras haya explotación del hombre por el hombre y exista desigualdad del hombre por el hombre y exista desigualdad”.
De No basta rezar

“Cuando el pueblo se levante y que todo haga cambiar ustedes dirán conmigo no bastaba con rezar ustedes dirán conmigo no bastaba con rezar”.
De: No basta rezar

La estacion del metro de los Teques ubicada en el sector el Tambor de esa ciudad posee el nombre de Alí Primera en honor a este cantautor Venezolano.




Discografía

Año/Título

1969 . Vamos Gente De Mi Tierra
1969 . Canciones de protesta
1971 . Guerra Larga
1972 . De Una Vez (Canciones del Tercer Mundo - Para Un Solo Mundo)
1974 . Lo Primero de Alí Primera
1974 . Alí Primera, Volumen 2
1974 . Adiós en dolor Mayor
1974 . Canción Para Los Valientes
1975 . La Patria Es El Hombre
1976 . Canción Mansa Para Un Pueblo Bravo
1977 . Cuando Nombro La Poesía
1980 . Abrebrecha
1981 . Al Pueblo Lo Que Es De César
1982 . Con El Sol A Medio Cielo
1984 . Entre La Rabia Y La Ternura
1985 . Por Si No Lo Sabía (álbum póstumo)
1986 . Alí ¡En Vivo! (álbum póstumo)

Fonte: Wikipedia e Wikipedia

Para saber mais e ouvir Ali Primera em "Seguimos Cantando", clique aqui.:
Todas as letras e MP3 clique aqui.


Saiba mais:

“Alí Primera Biografía Documentada y testimonial”, por José Millet clicando aqui.

“Discografía de Alí Primera; rectificación a la Enciclopedia libre", por José Millet, clicando aqui.