As sessões de 2014 serão sempre às quartas-feiras, no auditório do CSE

sexta-feira, 27 de março de 2009

PROGRAMAÇÃO 2009

SESSÃO
MOVIMENTO ESTUDANTIL – PRESENTE E PASSADO:

(Abril) - 23/04: La Revolucion de Los Pingüinos; (Chile).
(Maio) - 07/05: La Noche de Los Lápices; (Argentina).

SESSÃO
MÉXICO ONTEM, E MÉXICO HOJE:

(Maio) - 21/05: Los de Abajo; (México).
(Junho) - 04/06: La Lei de Herodes; (México).
(Junho) - 18/06: Um Mundo Maravilloso; (México).

SESSÃO
QUESTÃO POLÍTICA NA BOLÍVIA:

(Julho) - 02/07: Bolívia para Além de Evo Morales; (Bolívia).
(Agosto) - 13/08: Cocalero; (Bolívia).

SESSÃO
CINEMA ARGENTINO COMTEMPORÂNEO:
(Agosto) - 27/08: La Ciénaga; (Argentina).
(Setembro) - 10/09: Un Oso Rojo; (Argentina).
(Setembro) - 24/09: El Bonaerense; (Argentina).

SESSÃO
MOVIMENTOS REVOLUÇÕES E GUERRAS PARTICULARES:

(Outubro) - 08/10: Notícias de Uma Guerra Particular; (Brasil).
(Outubro) - 22/10: Vozes Suroccidentes - Movimento Camponês; (Colômbia).
(Novembro) - 05/11: Fidel e Che – La Historia De Los Mitos.

SESSÃO
PROCESSO POLÍTICO E GLOBALIZAÇÃO:

(Novembro) - 19/11: Encontro com Milton Santos ou O Mundo Global Visto do Lado de Cá.
(Dezembro) - 03/12: The Take – A Tomada da Fábrica.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Dias 06 e 13 . Novembro . Sessão 50 anos da Revolução Cubana


REVOLUCIÓN - A VERDADE SOBRE FIDEL CASTRO

Fidel Castro e Errol flynn juntos num filme? Estranho, mas verdade. Errol Flynn e o produtor Victor Pahlen estavam em Havana aproveitando a vida da alta sociedade quando estourou a revolução de Fidel Castro. Os dois cineastas pegaram suas câmeras, foram às ruas e fizeram este documentário único, com imagens incomparáveis da Revolução Cubana, apresentadas e narradas por Flynn. Devido a motivos políticos, o filme só foi exibido na Rússia e depois arquivado por quase 50 anos. Agora em DVD pela primeira vez no Brasil imagens de Cuba nunca antes vista, no frescor da sua revolução.

Fonte: http://www.travessa.com.br/BOX_REVOLUCION_A_VERDADE_SOBRE_FIDEL_CASTRO_SOY_CUBA/artigo/ccee8dfb-04c8-45fe-ab3f-1574561c9341

Flynn estava fazendo um filme chamado "Cuban Rebel Girls" (1959) quando aconteceu a revolução de Fidel Castro e ele aproveitou para fazer este documentário raríssimo. E que teria ficado inédito fora da União Soviética até 2001.

Ele começa mostrando o globo mundial e depois como em uma aula, senta-se numa mesa e nos conduz, falando para a câmera sobre Cuba, tentando explicar a revolução de Fidel. Mostra imagens curiosas mas a narração já não é de Flynn (que morreu pouco depois em outubro de 1959.)As notas de produção vão mais longe, admitem que o filme que aparece é totalmente a favor de Castro e da Revolução (embora mostre fuzilamentos sumários e a história não tenha sido gentil com a dita Revolução), mas levanta uma história discutível de que Flynn seria fascista e bêbado (isso é indiscutível), que estaria funcionando também como espião para a CIA e que sua namorada, na época de 15 anos - Beverly Adland, é que teria ajudado americanos a saírem de Cuba. Esquecem de mencionar que logo depois ele morreu com apenas 50 anos, totalmente exaurido. Na despedida, ele lê um bilhete de Fidel convidando todos a visitarem a ilha e dizendo que confiava nele. Ou seja, um documento nostálgico e parcial, portanto curioso. Uma dupla e tanto, Fidel e Flynn.

Fonte: http://cinema.uol.com.br/dvd/2004/01/01/revolucion!_a_verdade_sobre_fidel_castro_.jhtm

MEMORIAS DEL SUBDESARROLLO

MEMORIAS DEL SUBDESARROLLO (1968), de Tomás Gutiérrez Alea. Ya en un plano serio, el realizador echa mano de su vena documentalista para ofrecernos esta reflexiva cinta que, a través de la introspección de su protagonista, plantea una revisión de la realidad cubana vista a través de los ojos de Sergio (Sergio Corrieri), un pequeño burgués de vuelos intelectuales que se queda en Cuba a pesar de que los suyos, incluida su mujer, emigran ante el triunfo de la Revolución. La anécdota se desarrolla en un momento crucial para el país, la Crisis de los Misiles, que al igual que enturbia y pone en riesgo al naciente gobierno sirve de metáfora para reflejar los momentos de incertidumbre por los que atraviesa Sergio al adaptarse a la nueva realidad, a la cual tiene que anteponer su mentalidad burguesa. Acompañan a este filme dos Filminutos animados y una edición de la Cine-Revista producida en 1959.

Fonte: http://www.tucineportal.com/contenido/dvd_cubano.htm

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Dias 14 e 30 de outubro . Sessão Mídia




CONTROL ROOM

Neste momento, as atenções da mídia norte-americana estão voltadas para Michael Moore e o surpreendente desempenho de bilheteria do seu documentário “Fahrenheit 9/11” – um verdadeiro manifesto anti-Bush. Mas um outro documentário, que estreou em 12/05 nos EUA e ainda está em cartaz em cinemas de New York, é ainda mais contundente ao revelar a manipulação – e a submissão – das grandes redes de TV e jornais pelos oficiais encarregados de distribuir notícias sobre as operações das tropas aliadas durante a invasão do Iraque.
O longa-metragem “Control Room”(2), dirigido pela documentarista egípcia Jehane Noujaim, vai direto ao ponto. A diretora coloca as lentes especificamente na atuação da Al Jazeera, o canal de notícias árabe que se destacou durante os doze meses da invasão por exibir imagens e notícias que as demais redes (CNN, Fox, CBS, ABC, BBC e outras “majors”) não mostravam: civis iraquianos mortos ou mutilados, crianças feridas e corpos de soldados norte-americanos.
A equipe de “Control Room” acompanhou todo o desenrolar da guerra a partir da redação da Al Jazeera, no Qatar, e também na base norte-americana montada em Doha, no Qatar, onde se concentravam os escritórios de correspondentes das principais redes de TV e jornais do mundo (o CentCom). Dois jornalistas funcionam como condutores informais da narrativa: Sameer Khader, diretor de redação da Al Jazeera, e Hassan Ibrahim, repórter da rede árabe (ex-BBC). Como contraponto a eles, aparece o oficial Josh Rushing, encarregado de comandar a distribuição de notícias no CentCom.


UMA ONDA NO AR

Uma onda no ar é a história da criação e do desenvolvimento da Rádio Favela de Belo Horizonte - "a voz livre do morro", como a chamavam seus idealizadores. A rádio pirata entrava no ar todos os dias no horário do programa estatal A Voz do Brasil. A tática e o amplo alcance dos transmissores da rádio, que mandavam suas ondas bem além da favela, incomodavam as autoridades. Jorge, um dos idealizadores da Rádio, que é negro e morador da favela, acaba sendo perseguido e preso pela polícia. Atrás das grades, é questionado por outro detento sobre como foi criação da Rádio... Começa uma história de luta, resistência cultural e política contra o racismo e a exclusão social, em que a população da favela encontra uma importante arma: a comunicação.

Dias 01 e 09 de outubro: Sessão A Natureza do Homem


SEMENTES: Patrimônio do povo à serviço da humanidade

O grande capital vem forjando, pela propaganda, uma nova crença no imaginário da maioria da população: a de que os cientistas e pesquisadores das empresas privadas trabalham para o bem comum e que, no lugar do Estado para todos nós, agora está presente a grande corporação privada a serviço de toda a população.

Em conseqüência dessas tentativas de controle total sobre o “germoplasma” e as demais formas de manifestação da vida, a luta em defesa das sementes “varietais”, nativas e crioulas tornou-se emblemática da luta pelo direito à vida e à sua diversidade.

Apesar de se constatar que a onda neoliberal vem sufocando a agricultura familiar, o campesinato e os povos indígenas e procura tragar, através de uma minoria de grandes corporações, o controle sobre todas as formas de manifestação da vida, observa-se, por outro lado, que a resistência a esse ímpeto renasce e se amplia em todas as partes do mundo com um vigor admirável de iniciativas pessoais e institucionais, públicas e privadas, da sociedade civil, dos movimentos sociais e étnicos e das organizações sindicais. Uma rede globalizada de esperanças, de iniciativas múltiplas e de ações diretas constrói a cada dia uma vivência compartilhada e pluralista a favor da vida.

A campanha “As sementes são patrimônio da humanidade”, ao defender os direitos dos agricultores familiares, dos camponeses e dos povos indígenas de produzirem, guardarem e trocarem as sementes “varietais”, e ao criticar todas as formas e meios de patenteamento da vida, ergue, ao mesmo tempo, uma barreira política e ideológica pluralista para deter essa ofensiva neoliberal, que tenta monopolizar e transformar todas as formas de vida em negócio.

Leia mais: http://www.cptnac.com.br/?system=news&action=read&id=1227&eid=87